domingo, 10 de abril de 2005

Penumbra

Tenho-te em mim,


Preso nas memorias dos meus sentidos...
És a brisa da manhã que quero que venha ao rosto,

Com o perfume do teu corpo,

Temo o mau presságio...

Que seja só a brisa...

Tornaste-te arrepio que ainda estremece...

Mesmo quando há muito não me tocas...


Se mal chegaste a aparecer, porque te queres ir?

Quem te leva para longe de ti? Tu?

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