Tenho-te em mim,
Preso nas memorias dos meus sentidos...
És a brisa da manhã que quero que venha ao rosto,
Com o perfume do teu corpo,
Temo o mau presságio...
Que seja só a brisa...
Tornaste-te arrepio que ainda estremece...
Mesmo quando há muito não me tocas...
Se mal chegaste a aparecer, porque te queres ir?
Quem te leva para longe de ti? Tu?
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