sábado, 18 de julho de 2009

Diário


Num raio esguio da manhã,
Varro a imagem de um longo abraço, nuns braços perdidos...

Na tarde soalheira,
Revejo a luz de um olhar, de quem não vê…

(por fim…)

Encosto-me ao crepúsculo,
De um beijo, sem lábios…

(e deixo-me ir...)

Solta na aragem da noite,
Onde carrego uma carícia, doada ao vento…

(para que...)

No limbo alvor da madrugada,
Pronuncie a palavra sublinhada pelo... alento!

Um sopro de ilusão!

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