Estás tão perto,
que o abismo que nos separa... é apenas a lactea névoa serrana da manhã...
Estás tão longe,
que a ponte que nos aconchega... range os dias em que se vestiu de esperança e desalento...
Fecha os olhos!
Ouve...
O cantar das correntes,
O ritmo da madeira a baloiçar,
O chiar do vento irrequieto,
O meu passo para te alcançar.
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