Num silêncio cortante,
digo-te todas as palavras
que a falar já mais pronunciei
Cunho-as num papel,
com a esperança de que um dia se soltem letra a letra
e te sejam sopradas em sussurros.
Escrevo-as como um feitiço,
uma vontade sufocada
Desejo que se concretize.
Mas sem alento o papel amarelece
e eu nos dias vagos que caem no calendário
vou esmorecendo a minha prece
Sei que perdi!
o que afinal nunca tive,
quando as horas arrastam a folha para um canto,
e eu acordo mais uma vez sem ti.
gostei bastante do texto sassa :)
ResponderEliminarde certa forma, acho q ja o havias escrito em uma outra oportunidade, com outras palavras, mas a ideia era esta... ao menos é a impressao que tive.
Gostei! Principalmente porque sei do que estás a falar! he he he
ResponderEliminarSó mesmo para dar um olá agora que me iniciei nestas lides bloggueiras!